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domingo, 27 de março de 2016

SUBTENENTE JOTA MARIA IMORTAL DA ACADEMIA APODIENSE DE LETRAS

NO DIA 23 DE MARÇO DE 2016 (QUARTA-FEIRA), O SUBTENENTE DA RESERVA DA PMRN - JOTA MARIA TOMOU POSSE NA CADEIRA Nº 21 DA ACADEMIA APODIENSE DE LETRAS, QUE TEM COMO PATRONO O PESQUISADOR RAIMUNDO NONATO DA MOTA, QUE TEVE COMO PRIMEIRO OCUPANTE, O SAUDOSO EDIVAN PINTO (07/11/1961 - 22/05/2009). A SOLENIDADE DE POSSE FOI PRESIDENTE PELO DR. MARCOS PINTO, PRESIDENTE DA AAPOL, REALIZADA NA AABB DE APODI. ANTES DA POSSE O STPM JOTA MARIA FEZ O LANÇAMENTO DO LIVRO INTITULADO DE "PATRONOS, ACADÊMICOS E SÓCIOS CORRESPONDENTES DA ACADEMIA APODIENSE DE LETRAS", EDITADO  NA EDITORA QUEIMA BUCHA, MOSSORÓ. FORAM VENDIDOS 35 EXEMPLARES.
       O LIVRO NÃO TEVE APOIO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE APODI, DAÍ POR FALTA DE CONDIÇÃO FINANCEIRA A OBRA LITERATURA NÃO TEVE REVISÃO. DAÍ QUEM COMPRAR O LIVRO, COM CERTEZA VAI ENCONTRAR ALGUNS ERROS DE CONCORDÂNCIA, PONTUAÇÃO, ACENTUAÇÃO, CRASE, DIGITAÇÃO E EQUIVOCO.
         O LIVRO ESTÁ A VENDA NA CASA DA REVISTA DE APODI, NA ESCOLA DE ARTE E COSTURA DE GENILDO DE SOUZA, EM APODI; E NA BANCA DE REVISTA DO ZÉ MARIA, EM MOSSORÓ.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

AAPOL


ACADEMIA APODIENSE DE LETRA

Praça Francisco Pinto, s/nº - Centro

Fundada em 23 de março de 2006-12-04

“A SABEDORIA NA ANTECIPAÇÃO DAS CONSEQUÊNCIAS” – Normam Cousing

A AAPOL-Academia Apodiense de Letras foi instala às 10 horas, do dia 23 de março de 2006, na Casa de Cultura de Apodi, a primeira instituição de preservação histórica e literária de Apodi. A criação da AAPOL foi uma iniciativa do historiador Marcos Pinto, principal estudioso da cultura apodiense, cuja iniciativa foi alimentada por vários anos pelo saudoso Jerônimo Vint-um Rosado Masia que insistia que Marcos Pinto criasse a Academia Apodiense de Letras.

PRIMEIRA E ATUAL DIRETORIA

Marcos Antonio Pinto – Presidente

José de Paiva Rebouças – Vice-Presidente

Raimundo Vieira de Souza – 1º Secretário

Maria Salomé Oliveira Pinto – 2º Secretário

José Neuremberg de Souza – 1º Tesoureiro

Edvan Pinto – 2º Tesoureiro

Leila Carla Dantas de Sena – Diretora Social

Willliam Lopes Guerra – Diretor de Patrimônio

CONSELHO FISCAL

Antonio Rosemberque Pinheiro e Mota

Dionísio Cosme Neto

Edvan Pinto

Flaviano Moreira Monteiro

MISSÃO

Contribuir com o desenvolvimento cultural da cidade; destacar a memória desta terra; estimular a produção literária, artística, cientifica e ao espírito humanista, valorizando a sabedoria prática e a tradição oral de homens e mulheres acadêmicos do saber e da Cultura Potiguar.

mais

No dia 2 de dezembro de 2006 ocorreu a solenidade de posse dos Sócios-Correspondentes:
01 – Jerônimo Dix-sept Rosado Sobrinho
02 – João Pessoa Cavalcante
03 – Francisco Rubebs Coelho de Figueiredo
04 – Francisco Praxedes Fernandes
05 – Maria Goreti Medeiros Figueiredo
06 – Liria Nogueira Alvino
07 – Maria de Fátima Gomes Nobre
08 – Elequicina Maria dos Santos
09 – Márcio Alexsandro de Brito Costa
10 – Antonio Alvino da Silva Filho
11 – Mário Gerson Fernandes de Oliveira
12 – Wilson Bezerra Moura
13 – Alano Jaciguara Dantas de Alencar Martins
14 – Cláudio Augusto Pinto Galvão
15 – Diomédio Alves da Silva
16 – Elder Heronildes da Silva
17 – Francisco Fábio Duarte Reis
18 – Geraldo Maia do Nascimento
19 – José Rodrigues da Costa
20 – Erasmo Carlos Firmino – Major Médico da PM

BIOGRAFIAS DOS CONFRADES E CONFREIRAS

DIONISO COSME NETO - 4

DIONISO COSME NETO, natural de Apodi, filho de LUIZ COSME DE MORAIS e de MARIA ANTONIA CARLOS DE MORAIS.Membro da Academia Apodiense de Letras, cadeira nº 4, que tem como patrono o saudoso professor GERSON LOPES (22/12/1946 15/03/1984). Apesar de o seu registro de nascimento constar Dionízio Cosme Neto, ele é mais conhecido como “Dionízio do Apodi”, numa referência à sua cidade natal. Após abandonar o sonho de criança de ser jogador do São Paulo, juiz de futebol, policial, médico, acabou galgando nas artes cênicas. Aos 18 anos, Dionízio do Apodi teve sua formação acadêmica em Ciências Sociais interrompida, quando encontrou sua verdadeira paixão: o teatro. “É onde pode ser qualquer coisa, através dos personagens”, Hoje, aos 30 anos de idade, responde pela coordenação dos espetáculos do grupo O Pessoal do Tarará, de Mossoró.

Quando DIONISIO DO APODI entrou para o curso de Ciências Sociais na UERN (Universidade do Estado do Rio Grande do Norte), ele estava na fase de descobrir o que queria ser na vida. Seu sonho de criança era ser jogador do São Paulo, mas à medida que foi crescendo, naturalmente surgiu novos horizontes: quis ser juiz de futebol, policial militar, médico... Muita coisa mesmo. Mas, foi lá na UERN que encontrou o teatro. Todas essas circunstâncias de querer ter sido tanta coisa propiciaram o ambiente favorável para que ele encontrasse no teatro, onde pode ser qualquer coisa, através dos personagens. No seu primeiro ano de faculdade se deparei com um cartaz que falava na reativação do Grupo de Teatro Universitário de Mossoró (Grutum) e divulgava umas oficinas para esse propósito. Então, se inscreveu e passou a fazer oficinas de teatro com Jorge Borges, que era o responsável por essa reativação do grupo. Ao final das oficinas, fiziam alguns experimentos para mostrar ao reitor, na época era Walter Fonseca, como uma forma de garantir o apoio da UERN ao grupo para o ano seguinte. Tirou umas férias, e quando voltou no outro ano, de quase trinta pessoas que haviam participado das oficinas, apenas ele estava lá. O professor mudou também. Já não era Jorge Borges, mas Elibete Rodrigues, recém-formada em Artes Cênicas em São Paulo, mas sem nenhuma experiência prática com o que estávamos querendo. Foi o casamento perfeito. Essa falta de experiência da gente, aliada ao apoio de Jocelito Góis, do Centro Cultural, a vinda de outras pessoas para o grupo e mais a vontade de Felipe Caetano, pró-reitor de Extensão, favoreceram ao trabalho que resgatou o Grutum e principalmente ajudaram a formar vários atores para os grupos da cidade. Com um tempo, passou a coordenar o grupo, e essa visão mais abrangente se fez ver que a arte que ele queria fazer precisava de menos burocracia. Então, saiu e formou, junto com outros amigos, O Pessoal do Tarará

ANTONIA OLIVEIRA TORRES ALVES - 1


ANTONIA OLIVEIRA TORRES ALVES, natural de Apodi, nascida em 18 de fevereiro de 1968, filha de João Torres de Andrade, nascido em 15 de maio de 1940, filho de Antonio Cosme de Andrade e de Isabel Aurélia Torres. E de Joana Vinda de Oliveira. Casou-se em 31 de julho de 1991, com Roberto Gomes Alves, natural de Apodi, nascido em 7 de setembro de 1970, filho de Elias Alves Pinheiro e de Luiza Gomes de Morais Pinheiro, com dois filhos: ROBERTA RAFAELA TORRES ALVES, nascida a 17 de outubro de 1995 e ISABEL AURÉLIA TORRES ALVES, nascida em 2 de abril de 2003. É professora e atualmente exerce a função de secretária na Escola Municipal Isabel Aurélia Torres, na Vila do Córrego, município de Apodi. É poetisa popular

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